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Blogueiros criam "permuta" para driblar a censura
Os blogueiros decidiram rechaçar medidas de restrições à liberdade de expressão e informação com a prática da chamada "permuta da censura". Segundo a revista eletrônica Conjur, mais uma blogueira resolveu aderir à alternativa batizada por dois jornalistas censurados, judicialmente, que decidiram trocar e publicar os materiais que foram proibidos de divulgação em seus próprios blogs. Um deles, Fábio Pannunzio, lembra que Alcinéa Cavalcanti, uma das mais antigas adeptas das mídias sociais do Amapá, foi impedida de divulgar textos sobre o presidente do Senado Federal, senador José Sarney. Ele garante que além de seu blog, outros dois que estão impedidos pelo Judiciário de publicar o material que possuem, Prosa&Política e a Página do E, abrirão espaço para o material que não pode ser publicado no blog de Alcinéa. De acordo com a revista, Pannunzio escreveu que “os quatro blogs esperam deixar claro que não há espaço para a restrição da liberdade de expressão na web. Enquanto preservamos integralmente o cumprimento das determinações judiciais, deixando de noticiar aquilo que foi proibido em nossos espaços, asseguramos à opinião pública o direito de tomar conhecimento dos fatos que estão sob censura”. Os censurados Segundo o Portal Imprensa, Pannunzio foi proibido por decisão da 2ª Vara Cível de Curitiba de citar o nome da mulher de Alexandre Fernandes, preso no bojo da Operação Anarquia, sob pena de multa diária no valor de R$ 500 em caso de descumprimento. Além de Fernandes, outras 10 pessoas são acusadas de formação de quadrilha e estelionato. Segundo o portal, a mulher, que entrou com ação contra o repórter, está foragida da Justiça e é acusada de ter participado do início de suposto esquema ilegal na República Dominicana. O blog Prosa&Política, junto com outros blogs, foi proibido pela 13ª Vara Civil de Cuiabá de emitir opiniões sobre o deputado estadual José Geraldo Riva, de Mato Grosso, sob pena de multa de R$ 1 mil para cada comentário postado. Unidos venceremos!!!
Escrito por abdoral às 05h53
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Cassol desafia militância do PT com fim da licença prêmio dos servidores
O governador de Rondônia, Ivo Narciso Cassol, é mesmo um político destemido e disposto a enfrentar a militância histórica do Parito dos Trabalhadores, que em sucessivas campanhas tem emprestado efetiva colaboração para eleger candidatos majoritárias e proporcionais. Claro, não é o caso de Cassol, que na dança das cadeiras terminou filiado ao Partido Progressista (PP).
O senhor Narciso, no entanto, em pleno projeto de reengenharia polítca para se candidatar ao Senado da República pelo PP, ameaça agora acabar com a licença prêmio no âmbito dos Poderes Legislativo, Judiciário, Executivo, e de quebra nos quadros do Ministério Público e Tribunal de Contas, uma antiga conquista assegurada no Estatuto do Servidor Público de Rondônia. Qual é o risco? talvez Narciso nem desconfie que acabou de oferecer à militância petista a própria cabeça, como manjá principal que faltava ao banquete organizado pelos militantes do PT. responsáveis daqui, por diante, pela queda-de-braço para eleger o novo senador de Rondônia, em 2010, com a deflagração em nível regional de uma campanha sistemática de oposição ao novo projeto político do atual governador de Rondônia. Nesse cenário, não faltarão metralhadoras giratórias e canhões de entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sintero, Sindsef e tantas outras entidades alinhadas ao Movimento Social e que integram a base petista no Estado para juntas desfraldarem a bandeira da defesa da manutenção do "benefício" conquistado em campanhas também históricas pelos servidores públicos estaduais.
Escrito por abdoral às 09h28
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Operários que moram em Porto Velho abandonam construção da UHE de Jirau
Com dificuldades de adaptação ao regime de turno de trabalho, a maioria dos operários que mora em Porto Velho e foi contratada pelo consórcio de energia para trabalhar na construção da hidrelétrica de Jirau, na região da Garganta do Inferno, no Rio Madeira, não retorna às atividades após o gozo da licença para visitar os parentes.
O maior índice de retorno, segundo apurou o blog, é registrado dentre os mineiros, paraibanos, paraenses, amazonenses e tocatinenses, que depois de 15 dias com os familiares em seus Estados de oriegem voltam ao trabalho normalmente. Uma indústria de charque já enfrentou problema semelhante, quando se instalou no distrito industrial próximo ao município de Candeias do Jamari, e foi obrigada a contratar trabalhadores em outras regiões do país.
Escrito por abdoral às 09h56
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